
Relatos de problemas na rede estadual de saúde da Região Tocantina levaram à cobrança de medidas emergenciais em Imperatriz. As informações apontam possível redução de atendimentos e dificuldades com profissionais, medicamentos, insumos e leitos. Além disso, o Hospital Municipal comunicou superlotação no pronto-socorro.
Segundo o documento, mais de 50 pacientes estavam no pronto-socorro do Hospital Municipal. A unidade também continuava recebendo pessoas encaminhadas de outros municípios, inclusive pela Regulação Estadual. Por isso, uma eventual redução da capacidade da rede estadual poderia aumentar ainda mais a demanda sobre o hospital.
As medidas envolvem o Hospital Macrorregional Dra. Ruth Noleto, Hospital da Região Tocantina, UPA Bernardo Sayão e Maternidade de Alto Risco de Imperatriz. A Secretaria de Estado da Saúde, a EMSERH e o Instituto Acqua foram orientados a garantir profissionais, medicamentos, insumos, equipamentos e leitos necessários.
Inclusive, a Secretaria deverá elaborar, em até 24 horas, um plano emergencial para evitar interrupções e corrigir insuficiências nos serviços. As primeiras providências e os riscos mais graves deverão ser informados em seis horas.
O documento também exige medidas para preservar os atendimentos durante a transição do governo estadual.




