
Durante pronunciamento na Assembleia Legislativa do Maranhão nesta quarta (27), o deputado Aluizio Santos utilizou a tribuna para tratar de dois temas, com destaque para a situação da BR-222, no trecho entre Itapecuru-Mirim e Chapadinha, com 112 km em estado de deterioração e problemas de trafegabilidade.
Segundo o parlamentar, a BR-222 já foi pauta de diversas reuniões com o DNIT, incluindo encontros com o superintendente João Marcelo. Ele afirmou que promessas foram feitas e prazos estabelecidos. “Subi essa tribuna já por umas três vezes para falar da situação dessa BR”, declarou.
Aluizio Santos destacou o impacto da situação da BR-222 para pacientes que utilizam ambulâncias e veículos do Tratamento Fora de Domicílio (TFD), que precisam se deslocar até São Luís em meio às dificuldades da estrada. “Em nome de todos aqueles que vêm de ambulância, que vêm no tratamento fora do domicílio, eu venho suplicar”, afirmou.
O parlamentar também criticou intervenções pontuais na via, como o lançamento de brita em trecho próximo a Itapecuru-Mirim, afirmando que a medida não resolve o problema estrutural da rodovia. “Hoje iniciaram lá colocando umas britas… que não se resolve nada”, disse.
Ele ainda citou promessas sobre o início das obras, que, segundo ele, não foram cumpridas. “Foi feito o compromisso que iniciaria as obras no início de março, e estamos chegando ao final de maio e a obra não iniciou”, declarou o deputado.
PEDIDO DE CONVOCAÇÃO DO DNIT
Aluizio Santos afirmou que pretende solicitar a convocação do superintendente do DNIT no Maranhão para prestar esclarecimentos sobre a BR-222. “Vou propor aqui na Assembleia Legislativa uma convocação ao superintendente João Marcelo”, disse.
O parlamentar também reforçou críticas às reuniões realizadas sem resultados práticos. “Não dá mais para fazer reunião em gabinete e ter promessas não cumpridas”, afirmou durante o discurso.
Por fim, ele destacou os impactos da situação na rotina de quem depende da rodovia para atendimento médico e deslocamentos. “Cinco horas de viagem para chegar em São Luís quando antes era uma hora e meia”, concluiu.




