
A desembargadora Maria da Graça Peres Soares Amorim, do Tribunal de Justiça do Maranhão, decidiu manter as prisões preventivas do prefeito de Turilândia, Paulo Curió, da vice-prefeita Tanya Mendes e de operadores financeiros investigados na Operação Tântalo II.
A decisão, da 3ª Câmara Criminal, contrariou um parecer do Ministério Público do Maranhão que defendia a substituição das prisões preventivas por medidas cautelares.
A desembargadora justificou que permanecem os requisitos legais para a custódia, como a gravidade dos crimes, o risco de interferência nas investigações e a possibilidade de continuidade das ilicitudes, em um esquema que desviou mais de R$ 43 milhões dos cofres públicos.



