
O Maranhão ocupa a 12ª posição nacional em denúncias de trabalho análogo à escravidão, com 59 registros em 2025, segundo o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania.
As principais cidades com ocorrências são São Luís, Grajaú, Imperatriz e Mirador. O país atingiu um recorde de 4.515 denúncias no ano, um aumento de 14% em relação a 2024.
Os relatos envolvem jornadas excessivas, condições degradantes e restrição de liberdade, cenário que levou ao resgate de 2.186 trabalhadores em 2024, principalmente nos setores da construção civil e do agronegócio.



