
A Associação Maranhense de Psiquiatria (AMP) emitiu uma nota de “veemente repúdio” à decisão judicial que determinou a retirada do nome do médico Raimundo Nina Rodrigues do hospital psiquiátrico da capital.
A entidade dos psiquiatras, presidida por Bruno Palhano, reconhece as preocupações com as teorias eugenistas do homenageado, mas argumenta que a medida representa um “apagamento simbólico” e desvia o foco dos problemas estruturais da saúde mental no estado.
Para a AMP, a prioridade deveria ser a ampliação do acesso, a melhoria das condições de atendimento e a redução do estigma, e não uma mudança nominal que não beneficia diretamente os pacientes.




