
Os dez promotores que integram o Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco) pediram exoneração coletiva de suas funções.
O pedido foi formalizado por meio de um memorando enviado ao procurador-geral de Justiça, Danilo José de Castro Ferreira, no domingo (11).
A decisão dos promotores é uma reação direta a um parecer da Procuradoria-Geral de Justiça que opinou pela soltura do prefeito de Turilândia, Paulo Curió, e outros investigados presos na Operação Tântalo II.
A operação apura um suposto esquema de desvios de mais de R$ 56 milhões no município.
No documento, os promotores afirmam que o posicionamento da cúpula do Ministério Público é incompatível com o entendimento técnico da investigação e enfraquece a atuação contra o crime organizado.



